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quarta-feira, outubro 08, 2008

PRECE DE CÁRITAS

Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade,dai força àquele que passa pela provação,dai luz àquele que procura pela verdade,ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.

Deus dai ao viajor a estrela guia,ao aflito a consolação, ao doente o repouso!

Pai dai ao culpado o arrependimento,ao espírito a verdade,a criança o guia,ao órfão o pai!

Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes! Piedade meus Deus para aqueles que a vós não conhece,esperança para aqueles que sofrem! Que a vossa bondade permita hoje aos espíritos consoladores, derramarem por toda a parte, a paz, a esperança e o amor!

Deus, um raio, uma faísca de vosso amor, pode abrasar a terra; deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, que todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão!

Um só coração, um só pensamento subirá até vós, como um grito de reconhecimento e de amor!

Como Moisés sobre as montanhas, nós vos esperamos com os braços abertos para vós! Oh poder! Oh bondade! Oh beleza! Oh perfeição! E queremos de alguma sorte, alcançar a vossa misericórdia!

Deus dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós! Dai-nos a caridade pura! Dai-nos a fé e a razão!

Dai-nos a simplicidade e a humildade que fará de nossas almas, um espelho onde se deve refletir a vossa puríssima imagem,

Que assim seja!

VOCÊ SABIA?

Que o nome Cáritas, significa CARIDADE?

Que a prece de Cáritas foi psicografada na noite de 25 Dezembro de 1873, por um espírito que se intitulava Cáritas, através de uma médium da época, a Madame, W. Krellque participava de uma reunião com um grupo de Bordeaux, França, e que essa senhora foi uma das maiores médiuns psicografas de toda a história do Kardecismo?

Sérgio Silveira, Tatetú N’Inkisi: Odé Mutaloiá.

odemutaloia@hotmail.com

E CONHECEREIS A VERDADE E ELA VOS LIBERTARÁ!


Quem de nós nunca ouviu essa máxima de Jesus Cristo? Com certeza todos nós já ouvimos ao menos uma vez em nossas vidas.

Se observarmos com atenção, veremos que essa máxima não somente nos mostra uma clara palavra de fé, mas, também nos abre os olhos com relação aos enganos que cometemos em nossas vidas, e também nos mostra a necessidade real de aprendermos, para que possamos distinguir o certo do errado.

Quando simplesmente nos deixamos enganar por falsas promessas, estamos nos acomodando às mentiras que nos são impostas tanto por sacerdotes como por políticos e outros membros de nossa sociedade, bem como, por seguimentos variados.

Como sacerdotes, temos a obrigação moral de mantermos a verdade acima de todas as coisas, mesmo que essa vá machucar e doer em algum de nossos semelhantes, ou em nós mesmos.

Ao nos procurarem, as pessoas tão somente desejam encontrar respostas para suas dores, seus sofrimentos e seus problemas. Se deixarmos de agir com decência e mentirmos ao invés de usarmos da verdade, estamos condenando mais uma pessoa a se manter no sofrimento e também condenamos nossa religião a ser mais uma vez pisada por pessoas das igrejas evangélicas, que, aliás, ADORAM um motivo por mais fútil que seja para denegrir nossos nomes e nossa fé.

A verdade tem o dom de dissipar as trevas de nossas vidas e nos fazer entender as dores deste mundo, que nada tem de cruel como pensamos, mas sim, é apenas o mundo, maravilhoso, e se somos felizes ou não, é apenas reflexos de nossas atitudes do dia a dia e até mesmo de encarnações passadas.

Quando mostramos a verdade a nossos consulentes e discípulos, fazemos na verdade uma caridade, pois que assim eles poderão enxergar que seu dia de hoje depende do que fizeram no de ontem.

Se mentirmos, condenamos essas pessoas a permanecerem em um mar tão podre, que dificilmente conseguirão algum dia alcançar a felicidade. Sabemos como sacerdotes que esse mundo tão somente é uma passagem e que mais dia menos dia retornaremos a nossa verdadeira morada, junto a Deus e nossos antepassados. Assim sendo, por que não fazermos essa passagem com base na verdade pura?

Porém, por outro lado, não podemos usar a verdade para escravizar as pessoas, para mantê-las sob nosso julgo. Temos sim, que deixar que a verdade os guie para o caminho da submissão a lei de nossos Orixás, e não as nossas vontades.

Não podemos também, usar da verdade para impor uma falsa autoridade nas pessoas, nesse ponto, concordo em graus, gênero e número com o Egiptólogo Gerald Massey, que viveu de 1828 a 1907 quando esse disse:

Temos que colocar a própria verdade como autoridade e não a autoridade como verdade”.

Quanta sabedoria nessas palavras! Quanto nos ensina em tão simples linha! Claro! Se usamos a autoridade como verdade, distorcemos a mesma, mas, se a deixarmos como a própria autoridade, estaremos mostrando uma capacidade imensa de nos submetermos aos nossos Orixás e principalmente: A DEUS NOSSO PAI! E assim sendo, aqueles que nos seguem, sentirão muito mais confiança em nós e em tudo aquilo que os ensinamos.

Sempre que mostramos a verdade aos nossos seguidores, estamos dando exemplo de dignidade e não de soberba.

Pensemos nisso!

Sérgio Silveira, Tatetú N’Inkisi Lambanranguange: Odé Mutaloiá.

Contatos:

odemutaloia@hotmail.com